terça-feira, 15 de setembro de 2009
Internet liberada nas eleições
O Senado aprovou nesta terça-feira (15) o fim das restrições à internet no período de campanhas eleitorais. Os parlamentares aprovaram emenda que libera a atuação de sites jornalísticos, blogs e sites de relacionamentos durante as campanhas, mas mantém apenas duas limitações à rede de computadores durante as eleições --a proibição do anonimato aos jornalistas e a garantia de direito de resposta aos candidatos que se sentirem ofendidos. O texto aprovado pelo Senado também obriga os sites jornalísticos que sigam a regra estabelecida para as emissoras de TV nos debates entre candidatos. Pela regra, os sites devem convidar pelo menos dois terços dos candidatos. Também devem ser convidados aqueles candidatos filiados a partidos com, no mínimo, dez representantes no Congresso Nacional. Os sites têm liberdade, porém, de convidar outros candidatos que não se aplicam a essas restrições. O projeto vai agora para a análise da Câmara Federal.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
A hora de verdade
Acabei de passar pela praça de pedágio, sentido Norte/Sul, na BR-101, no município de Palhoça e não foi possível saber se estaremos livre, nós moradores do município, do pagamento da taxa do pedágio a partir de amanhã (15), conforme "Lei" aprovada pela Câmara de Vereadores. Segundo a atendendente, muito simpática por sinal, ainda não há uma ordem nesse sentido, mas se for verdade, serão destinadas duas cabines exclusivas para os palhocenses. Uma no sentido Sul e outra no sentido Norte. Só para não perder o costume, continuo tomando meu chá de açaí esperando o pedágio cair.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Ministro Minc defende a "relva"
Está causando "frisson" na mídia nacional e no governo a aparição do Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, no show da Tribo de Jah, quando ele subiu no palco e defendeu o meio ambiente e a discriminalização da maconha. Assista o vídeo e tire suas conclusões.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Feriado prolongado com sopa de siri
O feriado de 7 de setembro trouxe uma multidão sedenta por diversão, praia e surfe para a Guarda do Embaú. Há muito não se via o Dia da Independência atrair tantos turistas. Apesar de o sol sair timidamente, foi bem aproveitado na praia, nas trilhas e no comércio. A noite, como sempre, teve um sabor especial com os bares lotados. O destaque, no entanto, ficou na areia, com a realização da 5ª Sopa de Siri do Bar do Evori, que tradicionalmente tem marcado a abertura do bar neste feriado.Nem é preciso dizer que a Sopa de Siri atraiu a atenção de gente bonita e animada, culminando com a sempre maravilhosa sopa muito elogiada por todos que enfrentaram a fila para saboreá-la.
sábado, 5 de setembro de 2009
Exposição do artista Jacob Silveira abriu feriadão na Guarda
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Turma da "mureta"
Onde está o erro?
A Praça do Pedágio instalada na BR-101, que dividiu o município de Palhoça, gerando grande descontentamento na população, mostra o quanto o país trabalha em desarmonia e que planejamento é uma palavra que não existe nas administrações governamentais. Este fato está latente desde a sua instalação e mostra o quanto é contraditória a nossa legislação nas três esferas (Federal, Estadual e Municipal), o que possibilita o faz de conta e a “briga” por quem manda mais.
Na esfera federal, o poder executivo e o legislativo dão mostras de como é fácil ludibriar o cidadão. O executivo fez de conta que executa em prol da população quando sinalizou para a colocação da praça em um local (na divisa de Paulo Lopes e Palhoça) e, em seguida, mudou para onde está.O legislativo esboçou uma reação, mas não passou de puro teatro, pois várias foram as tentativas em votar um projeto de lei que poderia acabar com essa esdrúxula situação.
No âmbito estadual os senhores deputados aprovaram uma lei que isenta o pagamento da taxa do pedágio, mas caiu naquela história de que a rodovia é federal e o estado não pode legislar. Ficou no dito pelo não dito. Aqui, gostaria de abrir um parêntese: o governo do senhor Luís Henrique da Silveira, do mesmo partido do prefeito de Palhoça, Ronério Heiderscheidt, do PMDB, simplesmente lavou as mãos. Não levantou uma palha em favor dos catarinenses. Algo incompreensível.
Para agravar a situação, o município de Palhoça ajudou muito mostrando como não se deve fazer, ou melhor, como aumentar a confusão. O Executivo fez um cadastramento, que foi invalidado. Depois esbravejou e disse que um novo cadastro era preciso, embutindo nele a questão do IPTU e uma série de exigências que inibiu o contribuinte de fazer o cadastro. Mas enfim, prometeu que a partir do dia primeiro de setembro esses “coitados” que enfrentaram as filas seriam isentos. Mas para ser isento, era preciso aprovar uma lei na Câmara. Aí, quando tudo parecia estar resolvido, vêm os senhores vereadores, e que me desculpem, mas demonstrando total insensibilidade e falta bom senso, querendo aparecer nos holofotes, fizeram emendas, que a revelia da urgência, isenta todos os palhocenses. Muito bom, mas só a partir do dia 15 de setembro e pasmem, sem explicar quem vai pagar a conta. Porque não aprovaram a isenção para quem já tinha feito o cadastro e depois resolviam a questão de outra forma?
Bom, aí a pergunta: Onde está o erro? É claro que o erro é nosso. Não fomos nós que votamos nessa gente? Não fomos nós que trocamos os votos por sei lá o quê? Como ousamos agora não acreditar naqueles que nós elegemos? Então ficamos assim, tomando chá de açaí esperando o pedágio cair. Se o leitor preferir, pode tomar chá de cadeira, porque o circo que estaria levantando a lona irá permanecer por aqui, até quando, não sei.
Na esfera federal, o poder executivo e o legislativo dão mostras de como é fácil ludibriar o cidadão. O executivo fez de conta que executa em prol da população quando sinalizou para a colocação da praça em um local (na divisa de Paulo Lopes e Palhoça) e, em seguida, mudou para onde está.O legislativo esboçou uma reação, mas não passou de puro teatro, pois várias foram as tentativas em votar um projeto de lei que poderia acabar com essa esdrúxula situação.
No âmbito estadual os senhores deputados aprovaram uma lei que isenta o pagamento da taxa do pedágio, mas caiu naquela história de que a rodovia é federal e o estado não pode legislar. Ficou no dito pelo não dito. Aqui, gostaria de abrir um parêntese: o governo do senhor Luís Henrique da Silveira, do mesmo partido do prefeito de Palhoça, Ronério Heiderscheidt, do PMDB, simplesmente lavou as mãos. Não levantou uma palha em favor dos catarinenses. Algo incompreensível.
Para agravar a situação, o município de Palhoça ajudou muito mostrando como não se deve fazer, ou melhor, como aumentar a confusão. O Executivo fez um cadastramento, que foi invalidado. Depois esbravejou e disse que um novo cadastro era preciso, embutindo nele a questão do IPTU e uma série de exigências que inibiu o contribuinte de fazer o cadastro. Mas enfim, prometeu que a partir do dia primeiro de setembro esses “coitados” que enfrentaram as filas seriam isentos. Mas para ser isento, era preciso aprovar uma lei na Câmara. Aí, quando tudo parecia estar resolvido, vêm os senhores vereadores, e que me desculpem, mas demonstrando total insensibilidade e falta bom senso, querendo aparecer nos holofotes, fizeram emendas, que a revelia da urgência, isenta todos os palhocenses. Muito bom, mas só a partir do dia 15 de setembro e pasmem, sem explicar quem vai pagar a conta. Porque não aprovaram a isenção para quem já tinha feito o cadastro e depois resolviam a questão de outra forma?
Bom, aí a pergunta: Onde está o erro? É claro que o erro é nosso. Não fomos nós que votamos nessa gente? Não fomos nós que trocamos os votos por sei lá o quê? Como ousamos agora não acreditar naqueles que nós elegemos? Então ficamos assim, tomando chá de açaí esperando o pedágio cair. Se o leitor preferir, pode tomar chá de cadeira, porque o circo que estaria levantando a lona irá permanecer por aqui, até quando, não sei.
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